As perdas causadas pela poluição atmosférica
O dia 14 de agosto tem um significado importante para o meio ambiente, é o “Dia do Combate à Poluição”. Para lembrar a data o Portal CONPET coloca no ar um especial sobre o tema que vai abordar a poluição do ar e seus principais causadores.Segundo o professor da Faculdade de Medicina da USP Paulo Saldiva, somente a cidade de São Paulo perde cerca de US$ 450 milhões por ano com mortes que acontecem antes do tempo. De acordo com ele, viver em São Paulo corresponde a fumar quatro cigarros diariamente em virtude das partículas em suspensão no ar que resulta em média a perda de dois anos de vida.
Mas nem tudo são más notícias. O Ministério do Meio Ambiente comemorou recentemente os 20 anos de criação do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve). De acordo com números divulgados pelo governo, as emissões veiculares de CO2 foram reduzidas em 94% nos veículos novos.
“Isso me faz afirmar que conseguimos uma melhora substancial da qualidade do ar”, corrobora o professor Saldiva. Ele explica que, se o Proconve não funcionasse, a perda com as mortes somente na cidade de São Paulo seria de US$ 600 milhões.
As alternativas para combater a poluição em foco na atualidade são a melhoria do sistema de transporte em conjunto com a popularização das novas tecnologias de motores e combustíveis mais limpos. Na 1a. Conferência do Ar Limpo para Cidades de América Latina, foram discutidas propostas que serão repassadas às cidades da região nos próximos dois anos.
Enquanto essa melhora não chega, saiba neste especial quais são, como se formam e o que podem causar os principais gases e as partículas que respiramos todos o dias e nem percebemos.
Fonte: www.conpet.gov.br
Dia do Combate à Poluição
14 de Agosto
uscando orientar a população sobre os males da poluição e as formas de combatê-la, escolheu-se o dia 14 de agosto como o dia do combate à poluição.Podemos considerar poluição toda forma de degradação do ecossistema, que altera as características biológicas, físicas e químicas do mesmo. Essas alterações podem acontecer com a subtração de elementos naturais ou também com o acréscimo de lixos e resíduos no ecossistema.
“O mundo está cansado de sofrer com tanta poluição”
A poluição da água é causada por lixos, dejetos e resíduos industriais que são lançados em rios e mares. Com isso, várias espécies animais que vivem nas águas, ou as que consomem as mesmas, ficam prejudicadas, inclusive o homem. Um caso considerado como um dos mais graves do mundo é na costa dos Estados Unidos, ao norte do golfo do México, onde a poluição eliminou totalmente o oxigênio em parte do rio Mississipi, transformando-o em zona morta, sem vida.
A poluição do solo acontece através de produtos agrícolas, como pesticidas, herbicidas e agrotóxicos, que caem sobre a terra, sendo absorvidos pelas camadas superficiais da crosta terrestre. O grande volume de lixos urbanos lançados nos aterros são causa desse tipo de poluição. Alguns objetos, como pilhas e baterias, são altamente poluentes, radioativos e as entidades públicas não oferecem postos de coleta próprios, sendo os mesmos lançados no lixo comum, contaminando algumas áreas.
Já temos sofrido com os efeitos da poluição do ar. Gases poluentes são lançados na atmosfera todos os dias, em virtude do crescimento industrial do país e o aumento dos carros circulando pelas cidades.
Além disso, vários produtos industrializados ajudam na destruição da camada de ozônio, como os sprays. Com essa destruição, os raios ultravioletas têm atingido a população, aumentando o índice de doenças de pele, como o câncer.
As doenças respiratórias também tiveram consideráveis aumentos nos últimos anos, com idosos e crianças sofrendo os maiores problemas. Em épocas de seca e frio, como no mês de maio, os hospitais aumentam as internações por esses problemas.
Um grande problema da urbanização é a poluição sonora. O aumento dos carros e ônibus nas cidades, barulhos em excesso, sons altos, carros de som, têm deixado nossos ouvidos à mercê de costumes que podem prejudicar a audição.
Além desses, nas residências também é possível perceber esse tipo de poluição. Os cinemas foram levados para dentro de casa, através do home theater, aumentando o volume da televisão, além do barulho de aparelhos como ar condicionado, eletrodomésticos (aspirador de pó, batedeira, liquidificador, máquina de lavar, secadores de cabelo) dentre outros.
Nas indústrias, o barulho das máquinas a que os ouvidos dos funcionários ficam sujeitos é um dos maiores problemas de surdez.
Os aviões também são grande causa da poluição sonora, uma vez que seu uso tornou-se mais intenso nos últimos anos, além dos aeroportos estarem dentro das capitais, chegando a ser instalados em áreas residenciais.
A poluição visual veio com o aumento dos recursos do marketing, através das propagandas de outdoor espalhados pelas cidades. Alguns modelos aparecem com luminosos, uso de lâmpadas em neon, deixando as cidades com perda de seu aspecto físico natural. Os totens, banners, letreiros, grafites e pichações, fios elétricos e cabos de TV e de telefone, edifícios amontoados, etc. também contribuem com esse tipo de poluição.
Os problemas causados por esse tipo de poluição são de cunho psicológico, pois as pessoas são agredidas através da visão, com informações em excesso e desnecessárias, podendo causar estresse.
Fonte: www.mundoeducacao.com.br
14 de Agosto
Hoje é dia de combate à poluição
Bacana um dia para pensar no que fazer para amenizá-la! Já é alguma coisa! Pois os dias de alerta com a qualidade do ar, são constantes…Quando se fala em poluição pensamos no ar, saturado de CO, CO2 e metano, mas tudo o que incomoda o nosso bem viver é poluição. No ar, na terra, nos lençóis freáticos e mananciais, no mar, etc.
A falta de um destino para o lixo orgânico e descartável polui.
O consumo excessivo de sacos plásticos, sacolinhas e afins, polui.
O carro ou moto que utilizamos de forma solitária polui.
O excesso de desinfetantes, produtos químicos, sabão, detergentes que utilizamos em nossa casa polui.
A queima de lenha, carvão ou até mesmo do lixo do quintal, polui.
A carne que comemos indiretamente também polui.
É difícil encontrar atividade humana que não traga algum prejuízo ao meio ambiente, mas é possível.
A atividade industrial polui muito! Muito embora, já encontramos empresas e indústrias preocupadas com a questão da sustentabilidade desta nossa terrinha, ainda bem… mas e você, o que tem feito?
Hoje, pelo menos hoje pense sobre isto e faça um voto de sustentabilidade:
- A partir de hoje eu me proponho a….
Fonte: www.almanaquedoadolescente.com.br
Dia do Combate à Poluição
14 de Agosto
Atualmente, em vastas regiões da Terra, o simples ato de respirar corresponde à abreviação da vida Atualmente, em vastas regiões da Terra, o simples ato de respirar corresponde à abreviação da vida. Sofrimentos de origem pulmonar e alérgica crescem em progressão geométrica. Hospitais e consultórios de especialistas vivem lotados com as vítimas das mais diferentes impurezas. Abeirar-se do escapamento de um veículo é suicídio, tal a adulteração de combustível vigente por aí. Isso sem citar os motores desregulados...Crianças e idosos moram lá... Merecem respeito.
No entanto, de maneira implacável, sua saúde vai sendo minada. A começar pela psíquica, porquanto as mentes humanas vêm padecendo toda espécie de pressões. Por isso, pouco adiantará cercar-se de muros cada vez mais altos, se de antemão a ameaça estiver dentro de casa, atingindo o corpo e a psicologia do ser.
Em cidades praieiras, a despeito do mar, o envenenamento atmosférico avança, sem referência à contaminação das águas e das areias... O que surpreende é constituírem muitas delas metrópoles altamente politizadas, e só de algum tempo para cá seus habitantes na verdade despertarem para tão terrível risco.
Despoluir qualquer área urbana ou rural deveria fazer parte do programa corajoso do político que realmente a amasse. Não se pode esperar que isso apenas ocorra quando se torna assunto lucrativo. Ora, nada mais proveitoso do que cuidar do cidadão, o Capital de Deus.
As questões são múltiplas, mas esta é gravíssima: estamos respirando a morte. Encontramo-nos diante de um tipo de progresso que, ao mesmo tempo, espalha ruína. A nossa própria.
Comprova-se a precisão urgente de ampliar em largo espectro a consciência ecológica do Povo, antes que a queda de sua qualidade de vida seja irreversível. Este tem sido o desafio enfrentado por vários idealistas pragmáticos. Entretanto, por vezes, a ganância revela-se maior que a razão. O descuido no preparo de certas comunidades, para que não esterilizem o solo, mostra-se superior ao instinto de sobrevivência.
A água está acabando A Tribuna da Imprensa, do veterano Hélio Fernandes, publicou a conclusão de um estudo divulgado pelo instituto independente Worldwatch, com sede nos Estados Unidos: “O gelo ártico perde uma área equivalente à Holanda a cada ano, ou cerca de 34.300 quilômetros quadrados. (...) Como o gelo permanente funciona também como um espelho, refletindo o calor solar e mantendo a temperatura da Terra relativamente fria, teme-se que o atual derretimento multiplique os efeitos devastadores do aquecimento global da atmosfera.
Antes da catástrofe, porém, o gelo derretido já vem causando problemas para cidades que dele dependem para seu suprimento de água potável. Lima, no Peru, é um exemplo dramático. Cada um dos seus dez milhões de habitantes dispõe hoje de apenas três metros cúbicos da água proveniente da geleira de Quelccaya, quando, há dez anos, dali eram tirados 30 metros cúbicos”.Conseqüência do efeito estufa? Uns afirmam que sim; outros, ainda hoje, que não.
A verdade é que se trata do resultado da insensatez de gente que não enxerga um palmo adiante do nariz, como satirizava — numa versão da melodia popular de Noel Rosa (1910-1937) — o poeta Pedrinho Bevilacqua, alguns que pensam que sabem, mas não sabem.
Desenvolvimento sustentável Atualmente, nem a nossa querida Porto Alegre e muitas outras partes do País estão livres da poluição que vem desqualificando o ar. Aliás, numa entrevista concedida à Super RBV, AM 1300, na capital gaúcha, o supervisor da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, sr. Maurício Fernandes da Silva, apontou o crescente número de motocicletas nas ruas (veículos ainda desprovidos de catalisadores que reduzem a emissão de poluentes no ar) como um dos principais fatores prejudiciais à qualidade do ar dos porto-alegrenses.
Ao final do bate-papo, indagado sobre como aliar progresso e preservação ambiental, asseverou: “Temos de buscar sobremaneira um conceito já muito difundido de desenvolvimento sustentável. É preciso gerar renda, emprego. Entretanto, equivoca-se aquele que pensa que, para gerar progresso, tenha de poluir o meio em que vive. Hoje, já existem técnicas e métodos em que todos trabalhem na preservação da natureza pari passu ao crescimento econômico. O Planeta em que vivemos não é nosso. É de nossos filhos. Temos, então, de deixar para eles, no mínimo, um mundo melhor do que herdamos de nossos pais”.Que assim seja, pois a destruição da Natureza é a extinção da Raça Humana. Se não suplantarmos o difícil hoje, poderemos ser esmagados pelo impossível amanhã.
Fonte: http://www.maratimba.com/
14 de Agosto
Reduzir a poluição é hoje uma das principais preocupações da maioria dos países do mundo.Porém, não obstante a vasta legislação que tem sido publicada visando essa redução, a tarefa não é fácil, pois exige uma acção internacional concertada (recorde-se que a poluição não conhece fronteiras), enormes investimentos e a intervenção activa de todos os cidadãos, em geral, e das empresas, em particular.
E evidente que não se podem fechar as fábricas e mandar parar os automóveis e os aviões. Por isso, a diminuição da poluição tem de passar por um conjunto muito vasto de medidas, de que se dão a seguir alguns exemplos:
Instalação nas fábricas de dispositivos (catalisadores) que retenham os fumos e os gases, podendo estes ser até reutilizados como fontes energéticas. De acordo com o princípio de que "deve pagar quem polui", esta medida tem já carácter obrigatório em vários países industrializados, relativamente a muitas indústrias;
Utilização de tecnologias alternativas, ou seja, de tecnologias diferentes que reduzam o consumo de energia, tornem a indústria menos poluidora (tecnologias limpas) e valorizem os resíduos;
Aplicação de catalisadores em todos os automóveis novos, de modo a diminuir o máximo de emissão de fumos e gases e a redução da quantidade de chumbo e enxofre nos combustíveis (gasolina, gasóleo). Pensa-se que estas medidas reduzirão entre 70% e 90% a poluição do ar provocada pelos veículos motorizados;
Obrigatoriedade de inspecções periódicas a todos os tipos de veículos automóveis no que respeita aos níveis de poluição atmosférica (nomeadamente a emissão de fumos) e sonora (especialmente sobre o nível de ruído dos tubos de escape), como já acontece em muitos países;
Substituição de alguns produtos químicos industriais perigosos, como, por exemplo, os que têm levado à destruição da camada do ozono.
Sem dúvida que a aplicação de tais medidas, que não se esgotam aqui, contribuiriam, de modo decisivo, para "uma atmosfera mais limpa" Mas a sua aplicação tem custos elevados, incomportáveis para muitas empresas.
Por exemplo, a substituição das tecnologias tradicionais por tecnologias alternativas (limpas), nas unidade fabris já em laboração, exige profundas alterações na estrutura dessas unidades e, por consequência, elevadíssimos investimentos, só ao alcance das grandes empresas.
Mas as novas fábricas poderão adoptar, logo na fase de instalação, essas tecnologias alternativas, como, aliás, acontece com os automóveis, em que só os que saem agora das fábricas vêm equipados com sistemas antipoluição (catalisadores) e adaptados ao consumo de "gasolina verde" (sem chumbo).
Também a substituição dos produtos químicos perigosos por outros de menor impacto ambiental exige aturadas e dispendiosas investigações, o que acarreta também custos elevados.
E é exactamente por isso que têm surgido conflitos entre as instancias governamentais e muitas empresas produtoras de uma vasta gama de produtos químicos destruidores da camada de ozono.
É, afinal, o confronto entre a necessidade de preservar o ambiente e a sobrevivência das empresas.
Fonte: www.explicatorium.com
Dia do Combate à Poluição
14 de Agosto
O homem perde-se numa estranha contradição quando vai relacionar-se com a natureza: ele destrói para construir. Essa atitude já se reflete no meio ambiente: rios poluídos por resíduos industriais, a chuva ácida nas grandes cidades, a névoa escura que acompanha o nascer do dia nas metrópoles. Todas consequências da irracionalidade humana quando se fala em preservação.Poluição Atmosférica
A poluição atmosférica caracteriza-se basicamente pela presença de gases tóxicos e partículas só1idas no ar. As principais causas desse fenômeno são a eliminação de resíduos por certos tipos de indústrias (siderúrgicas, petroquímicas, de cimento, etc.) e a queima de carvão e petróleo em usinas, automóveis e sistemas de aquecimento doméstico.O ar poluído penetra nos pulmões, ocasionando o aparecimento de várias doenças, em especial do aparelho respiratório, como a bronquite crônica, a asma e até o câncer pulmonar.
Poluição da água
As águas subterrâneas, os rios, lagos e mares são o destino final de todo poluente solúvel lançado no ar e no solo.
A poluição da água tem causado sérios problemas ecológicos, no Brasil, em rios como o Tietê (SP) e Paraíba do Sul(SP-RJ). A maior responsabilidade pela devastação da fauna e pela deterioração da água nessas vias fluviais cabe às indústrias químicas instaladas em suas margens.
Poluição do solo
Muitos insetos, fungos, bactérias e outros organismos considerados pragas, por transmitirem ou causar doenças e destruírem os alimentos de homem, têm sido combatidos de diversas maneiras. O DDT por exemplo foi um praguicida muito usado. Em algum países seu produto já é proibido. Ele contribui para salvar muita gente de morrer de malária, por ter sido usado no combate ao mosquito transmissor. Mas o DDT demora cerca de 10 anos para ser transformar em substâncias menos tóxicas. Com o uso constante desta substância ocorre contaminação do solo, dos rios, plantas e animais.Fonte: Soleis
14 de Agosto
Combate à poluição do ar: questão planetária
Nas sociedades modernas as indústrias são necessárias para atender as necessidades cada vez maiores da população, a qual por sua vez vem aumentando a nível assustador ante os avanços tecnológicos que possibilitaram curas de doenças com o prolongamento da vida humana e consequentemente descontrole do binômio nascimento-morte.Para atender essa demanda crescente as indústrias transformaram em grande escala matéria-prima retirada dos recursos naturais em produtos, e essa transformação traz naturalmente um custo ecológico devido ao impacto ambiental produzido.
A atividade industrial alcançou uma grande expansão nas últimas décadas, principalmente, chamando atenção para os danos em grande escala que vem impondo ao ambiente. A industrialização e seus produtos são responsáveis pela expedição de gases como o dióxido de carbono, dióxido de enxofre e monóxido de carbono, entre muitos outros. Estes gases contribuem para o chamado “efeito estufa”, pelo qual a radiação solar fica presa próximo ao solo esquentando a Terra e alterando seu clima.
Além desses gases, o clorofernocarbono é responsável pelos danos à camada de ozônio que protege a Terra dos raios ultravioletas, contribuindo assim também para o seu aquecimento. Aliás, o buraco na camada de ozônio sobre a Antártida dobrou de tamanho de julho a setembro de 1995, passando a medir dez milhões de quilômetros quadrados, o equivalente ao tamanho do continente europeu, conforme consta do Boletim Informativo n.º 26 do Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.
Estimam os cientistas que devido a poluição atmosférica e principalmente pelo efeito estufa, as temperaturas média globais terão um aumento entre 1,5 e 4,5º C, se as emissões de poluentes, principalmente industriais, da agricultura e dos veículos automotores, não forem suspensos ou diminuídos sensivelmente (Nosso Futuro Comum. Comissão Mundial para o Meio Ambiente, Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2ª edição, pg. 195). Esse aumento de temperatura atingirá os polos e elevará o nível do mar entre 25 a 140 cm, o que inundará a maioria das cidades costeiras com gravíssimas conseqüências sócio-econômicas (ob. cit.).
Portanto, podemos imaginar a dimensão dos danos causados pela poluição desses setores e atividades humanas, o que nos dá a preocupação de se tentar estudar a fundo medidas que possam pelo menos minimizá-la.
Tendo em vista que os países desenvolvidos são altamente industrializados e os em desenvolvimento estão se industrializando, podemos perceber que a questão da poluição climática é uma questão planetária que deve assim ser tratada por todos os países do mundo. Mas de início deparamos com uma grande dificuldade que é de se compatibilizar os interesses dos países em desenvolvimento e as nações industrializadas, bem como a difícil divisão de responsabilidades sobre o tema em questão.
Os países industrializados respondem por cerca de 75% do total das emissões de gases poluentes; o percentual restante é atribuído aos países em desenvolvimento. Por essa proporção vê-se que cabe aos países industrializados uma maior redução e/ou reestruturação de seus parques industriais, em relação aos países em desenvolvimento. Estes últimos, por sua vez, devem “crescer industrialmente” de forma a poluir menos, não seguindo o exemplo atual das nações industrializadas. Ante o caminho irreversível para a industrialização os países em desenvolvimento não podem estancar sua evolução econômica, mas devem executá-la de forma a causar o menor dano possível ao ambiente.
Observando o percentual referido, todos os países devem partilhar a responsabilidade pelos atos poluentes da atmosfera. Em conjunto devem encontrar medidas concretas de proteção climática para evitar o caos ambiental que se aproxima, com critérios justos de divisões de responsabilidades, o que podemos chamar de partição responsável.
Assim, podemos concluir que o combate ao efeito estufa e os problemas de poluição atmosférica passou a ser uma questão planetária, e como tal deve ser tratada.
Fonte: www.aultimaarcadenoe.com
Dia do Combate à Poluição
14 de Agosto
Dia 14, comemora-se o dia de combate à poluição. Nesse dia, busca-se orientar as pessoas sobre os diversos tipos de poluição e as principais formas de combatê-los.A poluição é a degradação das características naturais do meio ambiente, sejam elas físicas, químicas ou biológicas. Isso acontece em razão da remoção ou adição de substâncias que prejudicam a natureza, seja no ar, no solo ou na água.
Em virtude do crescimento populacional em todo o mundo, o homem necessita construir novas cidades, moradias, comércios e com isso vai ocupando as áreas reservadas à natureza, para sua sobrevivência e para criar condições de vida.
Desmatam áreas arborizadas para construir indústrias e com isso, retiram boa parte do oxigênio que respiramos, despejando resíduos dessas indústrias sobre nossos rios e mares.
Porém, essa destruição tem causado sérios problemas, pois o bem estar do homem está relacionado com a manutenção e preservação do meio ambiente.
Quanto mais se destrói o ambiente, menos condições de vida se têm. Essas condições podem não aparecer hoje, mas as gerações futuras sofrerão as consequências de todos os prejuízos causados à natureza na atualidade.
A poluição das águas, além de resíduos industriais, pode acontecer através de produtos agrícolas, como os venenos e também pela falta de rede de esgoto nas cidades, onde as fezes correm a céu aberto, chegando aos rios e mares.
Nas localidades onde não há água tratada, ou redes de saneamento básico, a mesma água contaminada por fezes humanas e animais é a que vai para as casas da população, para o preparo dos alimentos, bem como para beber, tomar banho, lavar roupas, etc., causando a contaminação das pessoas.
Além dos homens, os animais aquáticos sofrem muito com a poluição dos rios, pois o oxigênio das águas é eliminado, fazendo com que não tenham como respirar.
A poluição do ar é causada, principalmente, nos grandes centros urbanos, com a grande movimentação de carros, pela queima de combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural), pela grande quantidade de indústrias, pela geração de energia, etc.
Além desses, os produtos sprays, como desodorantes, inseticidas, medicamentos, também liberam substâncias que destroem a camada de ozônio do planeta.
Fonte: http://www.ojornaldailha.com/